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Goiás se torna referência em segurança nacional com a redução de indicadores criminais

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Goiás se torna referência em segurança nacional com a redução de indicadores criminais

A mudança na estratégia de segurança pública implementada a partir de 2019, no início da gestão do governador Ronaldo Caiado, resultou na redução dos indicadores criminais e é considerada o principal fator para a alteração no cenário da criminalidade em Goiás.

A reorganização das forças policiais, o controle do sistema prisional e os investimentos em estrutura e tecnologia passaram a produzir efeitos que se refletem em diversas áreas do estado.

Em sete anos, Goiás deixou de ser protagonista em rankings de violência e se tornou referência nacional em segurança pública.

Dois exemplos recentes ilustram esse contexto. Goiás é o único estado do Brasil que não registrou interrupção de aulas por motivo de insegurança em 2024, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), do IBGE.

Durante a etapa da MotoGP realizada em Goiânia, entre os dias 20 e 22 de março de 2026, com público superior a 148 mil pessoas, foi registrado apenas um furto de celular e nenhuma ocorrência de roubo.

Esses episódios não são tratados como fatos isolados, mas sim como consequência de uma política pública estruturada ao longo dos últimos sete anos.

A ausência de impacto da criminalidade no funcionamento das escolas e o baixo número de ocorrências em um evento internacional refletem os efeitos práticos da redução dos indicadores criminais.

“Ser o estado mais seguro do Brasil requer planejamento, pulso firme e tolerância zero com o crime. Sem segurança pública, não há governabilidade”.

“Então, a primeira tese que defendi quando assumi foi: ou bandido muda de profissão, ou muda de Goiás”, afirmou Caiado ao comentar as diretrizes adotadas.

“Ser o estado mais seguro do Brasil requer planejamento, pulso firme e tolerância zero com o crime. Sem segurança pública, não há governabilidade”, afirma Caiado.

Desde 2019, o estado adotou um modelo baseado em:

  • integração entre as forças de segurança;
  • reestruturação de carreiras;
  • ampliação de investimentos;
  • mudanças no sistema penitenciário.

A estratégia foi definida como prioridade no início da gestão.

Segundo o governador, a política foi organizada em três eixos:

  • preparo do efetivo;
  • integração das forças;
  • controle do sistema prisional.

“Nossos policiais passaram por reestruturação de carreira, treinamentos, receberam novas viaturas e armamentos e passaram a trabalhar com compartilhamento de informações”.

“Também fizemos um pente-fino nos presídios”, disse.

A reestruturação da segurança em Goiás envolveu investimentos superiores a R$ 17 milhões, resultando na aquisição de aeronaves, viaturas e equipamentos, além da construção de unidades prisionais no estado.

Os dados consolidados da Secretaria de Segurança Pública indicam sete anos consecutivos de queda nos principais indicadores de criminalidade.

Entre 2018 e 2025, os homicídios dolosos apresentaram redução superior a 60%. Em janeiro passado, Goiás registrou o menor número de homicídios consumados de toda a série histórica, com 46 ocorrências.

Esse resultado contrasta com o pico da série histórica, em outubro de 2016, quando foram contabilizados 255 homicídios em todo o território goiano.

Os crimes patrimoniais, como roubo de veículos, registraram queda acima de 90%. Outros indicadores seguem a mesma tendência:

  • roubo de carga caiu 98%;
  • roubo em comércio teve redução de 92%;
  • roubo a transeunte também recuou 92%;
  • latrocínio teve queda de 86%;
  • roubo em residência apresentou queda de 85%.

A reestruturação envolveu ainda investimentos superiores a R$ 17 bilhões no período, com aquisição de:

  • equipamentos;
  • viaturas;
  • aeronaves;
  • construção de unidades operacionais.

O sistema penitenciário foi reorganizado com controle mais rigoroso, incluindo o fim das visitas íntimas e restrições de comunicação entre internos e organizações criminosas.

O vice-governador Daniel Vilela, que assume o governo na próxima terça-feira (31/03), afirma que a política será mantida com ampliação do uso de tecnologia.

“Avançar é deixar o estado mais seguro do Brasil ainda mais seguro, agora com a ajuda da Inteligência Artificial”, disse em referência ao sistema IA Contra o Crime.

A solução tecnológica foi lançada pelo governo e amplia a agilidade no atendimento às ocorrências, reduz o tempo de elucidação de crimes e aumenta a efetividade do policiamento.

Para Caiado, os resultados refletem na rotina da população.

“Não são só estatísticas, mas reflexo direto na vida do cidadão”, afirmou.

A combinação entre a redução dos índices criminais e a manutenção de atividades sociais, educacionais e econômicas sem interrupções por insegurança são resultados da estratégia adotada desde 2019, que hoje se transformou em modelo para todo o Brasil.

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